Como promover uma boa aula
Use a sua criatividade e promova jogos e atividades que ampliarão as possibilidades de LEITURA e ESCRITA .Tome nota das seguintes dicas e procure colocá-las em prática, fazendo as devidas adaptações, conforme a sua realidade:
-Use jogos educativos nas suas aulas.
- Desenvolva atividades lúdicas com seus alunos.
- Procure introduzir cada novo conteúdo de forma diferente.
-Mude a disposição das cadeiras e mesas na sala de aula.
-Faça os alunos participarem das aulas.
- Troque de ambiente e dê aula no pátio da escola, por exemplo.
-Explore cartazes, vídeos, filmes.
-Traga jornais e revistas para a sala de aula.
-Aproveite todo o ambiente escolar.
-Crie aulas diferentes e divertidas.
-Elabore situações problemas para os seus alunos resolverem.
-Busque auxílio nos meios de comunicação.
-Troque experiências com os colegas.
-Valorize as opiniões de seus alunos.
-Peça sugestões aos seus alunos quando for preparar suas aulas.
-Faça trabalhos em pequenos grupos ou grupos sucessivos.
-Solicite uma avaliação das suas aulas aos seus alunos.
- Incentive e estimule a aprendizagem dos seus alunos.
- Deixe transparecer que você acredita e valoriza o seu trabalho.
AQUI VOCÊ VAI ENCONTARAR ATIVIDADES, PLANEJAMENTOS, PROJETOS PARA A EJA.ESTE BLOG AJUDARÁ VOCÊ PROFESSOR NA PREPARAÇÃO DE SUAS AULAS. PREZADOS COLEGAS:COMO ESTOU RECEBENDO MUITOS EMALS PEDINDO ATIVIDADES PARA OS PRIMEIROS ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL, RESOLVI UTILIZAR ESTE BLOG PARA ESTE INTENTO, POR QUE MEU TEMPO É RESTRITO E NÃO CONSIGO ACHAR TEMPO PARA MONTAR OUTRO BLOG.ESPERO A COMPREENSÃO DE TODOS.
domingo, 24 de maio de 2009
segunda-feira, 18 de maio de 2009
AEDES AEGYPTI
Descoberta bactéria que afeta o aedes aegypti"Ouvi pela Rádio Nacional FM de Brasília que cientistas australianos isolaram uma bactéria que reduz o ciclo de vida do aedes aegypti à metade e diminui sua fertilidade. Resta saber se a tal bactéria não afeta mamíferos , especialmente os humanos, e desenvolver um método de sua propagação na população dos mosquitos assassinos. ."Fonte: Rádio Nacional FM Brasília
PRESTE ATENÇÃO!!!!!!!!!! EDUCADORES
Educação...educação...educação...
Tramita em Brasília um projeto do senador Cristovam Buarque (PDT) que obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas. Através da internet já circula um movimento de apoio à ideia do senador. O projeto de lei propõe que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública. Na visão do senador, quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. Se aprovado, o projeto prevê um prazo para que os políticos coloquem seus filhos na escola pública: até 2014.
VAMOS NOS UNIR PARA QUE ESSA IDÉIA SEJA APROVADA,PORQUE SENDO ASSIM ELES TERÃO QUE MELHORAR A EDUCAÇÃO E COM CERTEZA MELHORAR OS SALÁRIOS DOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO.
BELA PROPOSTA SENADOR CRISTOVAN BUARQUE!
Tramita em Brasília um projeto do senador Cristovam Buarque (PDT) que obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas. Através da internet já circula um movimento de apoio à ideia do senador. O projeto de lei propõe que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública. Na visão do senador, quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. Se aprovado, o projeto prevê um prazo para que os políticos coloquem seus filhos na escola pública: até 2014.
VAMOS NOS UNIR PARA QUE ESSA IDÉIA SEJA APROVADA,PORQUE SENDO ASSIM ELES TERÃO QUE MELHORAR A EDUCAÇÃO E COM CERTEZA MELHORAR OS SALÁRIOS DOS PROFESSORES DA REDE PÚBLICA DE ENSINO.
BELA PROPOSTA SENADOR CRISTOVAN BUARQUE!
domingo, 17 de maio de 2009
CIÊNCIAS - OS OLHOS E A VISÃO - EJA

Para algumas pessoas enxergarem bem, é preciso entender como funciona a visão. Então, vamos fazer uma viagem diferente! Que tal seguir os raios luminosos do olho até o cérebro para descobrir como enxergamos?
A luz é fundamental para a visão. Os olhos captam os raios de luz que podem ser emitidos por fontes luminosas -- como o sol, a lâmpada, a tela da TV ou do computador -- ou serem refletidos pelos mais diversos objetos -- cadeiras, mesas, livros etc
A luz é fundamental para a visão. Os olhos captam os raios de luz que podem ser emitidos por fontes luminosas -- como o sol, a lâmpada, a tela da TV ou do computador -- ou serem refletidos pelos mais diversos objetos -- cadeiras, mesas, livros etc
No olho, os raios luminosos atravessam primeiro uma estrutura curva, dura e transparente: a córnea, que funciona como uma lente e inicia a focalização das imagens. Os raios de luz passam, então, por um líquido incolor chamado humor aquoso, que separa a córnea da íris. A íris é o círculo colorido do olho e pode ser castanha, azul ou verde. Sua pigmentação impede que a luz a atravesse. Mas, no centro da íris, há um orifício, a pupila. É por ele que os raios luminosos passam. A íris regula o tamanho da pupila para evitar a entrada excessiva de luz no interior do olho. Quando há pouca luz, a pupila está mais aberta. Com muita luz, acontece o contrário. Atrás da pupila, há uma lente transparente, chamada cristalino. Músculos presos a ele podem torná-lo mais ou menos curvo. Graças a essa capacidade de curvar-se, o cristalino focaliza a imagem sobre a retina, uma membrana muito sensível à luz que existe no fundo do olho. Como isso acontece? Os raios luminosos entram nos olhos de forma paralela. O papel do cristalino é fazê-los convergir, isto é, dirigi-los para um mesmo ponto sobre a retina. A imagem será formada invertida e de cabeça para baixo!
As imagens se formam sobre a retina de cabeça para baixo.Só no cérebro elas se formam corretamente.
Por que a retina é sensível à luz? Porque apresenta dois tipos de célula: os cones e os bastonetes. Os cones permitem que vejamos as cores e os detalhes dos objetos. Há, aproximadamente, sete milhões de células deste tipo em cada olho. Já os cerca de 120 milhões de bastonetes presentes no globo ocular são responsáveis pela visão em preto e branco em ambientes com pouca luz.
A luminosidade faz com que substâncias presentes nos cones e nos bastonetes sofram transformações e gerem impulsos elétricos que são captados por células nervosas e transmitidos ao cérebro, onde a imagem se formará de maneira correta.
Ciência Hoje das Crianças 121, janeiro/fevereiro 2002
segunda-feira, 11 de maio de 2009
CURIOSIDADE - CIÊNCIAS
NA CRECHE DAS LEOASNa creche das leoas A mãe leoa é muito cuidadosa com seus filhotes. Só que ela também tem que trabalhar fora, já que, entre os leões, a fêmea é quem caça. Como não dá para correr atrás das presas com os filhotes a tiracolo, as leoas acharam uma solução para esse problema: elas se afastam do resto do grupo e formam um clube de mães. Assim, às vezes, enquanto uma mãe vai caçar, outras cuidam dos filhotes, como se fosse uma creche, numa boa! Elas até sincronizam o parto para que os filhotes nasçam na mesma época e, assim, uma possa amamentar os filhos da outra. Sob os cuidados de várias leoas, não há como o filhote ficar desprotegido enquanto a mãe busca alimento para o grupo.
domingo, 10 de maio de 2009
O ESCRAVISMO,PRETO NO BRANCO - EJA
O escravismo, preto no branco
Leia também• O Enigma de Zumbi
Tempo estimado• Duas aulas
Conteúdos• Escravismo, América e África portuguesas
Habilidades• Perceber os laços entre as capitanias do açúcar e a África, fornecedorade mão-de-obra escrava
Examine com os estudantes a história do quilombo dos Palmares e do Brasil Colonial, levando em conta os laços entre a América e a África portuguesas
A reportagem focaliza novas tendências na historiografia brasileira, segundo as quais o quilombo dos Palmares teria sido uma sociedade escravista. Os historiadores que sustentam essa tese analisaram revoltas escravas que ocorreram em outros lugares da América e da África. É um argumento em favor da perspectiva utilizada neste plano de aula: o exame da história do Brasil Colonial — considerando os laços entre a África e a América, respectivamente origem e destino dos escravos negros — e Portugal.
Liberdade Refugiada Quilombo do Tatu, na Bahia. Os demais redutos de africanos foragidos provavelmente tinham uma estrutura semelhante
Atividades1ª aula – Conte que o quilombo dos Palmares formou-se na primeira década do século XVII e só desapareceu em 1694. Peça que os alunos façam pesquisas para identificar alguns atores histórico-sociais desse período, especialmente a partir da década de 1630. Eles provavelmente vão destacar:
• os bandeirantes paulistas, que atacavam as missões jesuíticas meridionais e escravizavam milhares de indígenas;
• os administradores e colonos da América portuguesa, com importantes centros administrativos nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro;
• os administradores e colonos do Brasil holandês, governado desde 1637 por Maurício de Nassau;
• os habitantes do quilombo dos Palmares, que se expandia enquanto os holandeses e os luso-brasileiros lutavam entre si.
Chame a atenção para as profundas mudanças na década de 1640. A ruptura da chamada União Ibérica nesse período tornou mais difícil os ataques dos bandeirantes às missões jesuíticas, pois os nativos passaram a ser armados pelos espanhóis. No ano seguinte, os holandeses se apoderaram de Luanda, em Angola, um dos principais pólos do tráfico negreiro. Desde então, a mão-de-obra para as regiões produtoras de açúcar do Brasil holandês estava assegurada. A resposta luso-brasileira veio em 1648, com a reconquista de Luanda por uma expedição organizada no Rio de Janeiro por Salvador Correia de Sá e Benevides. O comércio de escravos retornava ao controle português.
Ensine que, nas décadas seguintes, diversos veteranos da “guerra brasílica” contra os holandeses, como André Vidal de Negreiros e João Fernandes Vieira, lutaram na África, procurando apoderar-se de escravos e outras riquezas. No livro O Trato dos Viventes, o historiador Luiz Felipe de Alencastro identifica várias táticas das guerrilhas brasileiras utilizadas contra os reinos africanos: uso dos gibões paulistas acolchoados contra flechas, matula de mandioca e milho, marchas rápidas a pé descalço e destruição sistemática das roças nativas. É uma evidência do contato permanente entre a América e a África portuguesas pelo Atlântico Sul, continuamente cruzado pelos navios negreiros.
Na década de 1650, o Brasil holandês deixou de existir. Enquanto os “brasílicos” tentavam enriquecer na África, os bandeirantes, diante da crescente resistência dos nativos das áreas meridionais, dirigiram-se ao Nordeste, sendo contratados pelas autoridades para subjugar os índios da região. Foi o que aconteceu com Domingos Jorge Velho, que enfrentou os cariris do Ceará na década de 1670, muito antes de assumir a missão de destruir o quilombo dos Palmares. Depois, bandeirantes e luso-brasileiros na África escreviam à metrópole solicitando nomeações e favores pelos serviços prestados.
Proponha que os estudantes construam uma linha do tempo do século XVII, considerando os eventos mencionados nesta aula e na revista — do bandeirismo de preação à morte de Zumbi.
2ª aula – Não faltam personagens históricos mitificados. Isso talvez tenha acontecido com Zumbi dos Palmares — e com certeza ocorreu com o bandeirante que destruiu o maior dos quilombos.
Aproveitando a imagem de Domingos Jorge Velho estampada na reportagem, sugira à moçada uma releitura da obra do pintor santista Benedito Calixto. A pintura, produzida no início do século XX, enaltece a figura do herói e do desbravador paulista. Estimule os jovens a imaginar como de fato seriam os bandeirantes.
Explique que a visão romantizada do desbravador bandeirante teria surgido no final do século XIX e início do século XX, época em que São Paulo se firmava como um dos estados mais poderosos do país. Para as elites locais, era necessário desenvolver um mito que representasse sua hegemonia política e econômica. Sabe-se hoje que Domingos Jorge Velho era mameluco e que não usava as vestimentas nem portava as armas retratadas na pintura. Ele manejava o arco e a flecha dos nativos tão bem quanto o arcabuz. É provável também que mal soubesse o português: os paulistas da época falavam o tupi, a língua geral utilizada nessa parte do Brasil.
Outra figura emblemática romantizada é a da rainha Jinga, do reino angolano de Matamba. Ela resistiu bravamente aos portugueses com os temíveis guerreiros jagas, que lhe eram fiéis, mas que acabaram se aliando aos “brasílicos”. Durante muito tempo, a rainha Jinga foi ligada ao tráfico e à utilização de escravos em seu reino. Nessa época, foi retratada como uma das figuras mais perversas já vistas na África. Segundo o primeiro historiador angolano, Antonio de Oliveira Cadornega, além de infanticida e antropófaga, Jinga mantinha um harém de homens para seu deleite. Ao final da vida, converteu-se ao cristianismo e passou a ser tratada como fazedora de milagres. Hoje, a rainha angolana é lembrada pelo movimento negro, no mundo inteiro, como um símbolo da resistência africana ao domínio do branco europeu.
Lance alguns temas para debate: será que uma trajetória semelhante aconteceu no caso de Zumbi dos Palmares? É oportuno para o movimento negro conservar uma visão historicamente equivocada de um de seus ícones? Ou convém perceber o líder de Palmares como o inspirador de uma comunidade necessariamente submetida à influência de sociedades mais amplas, da América e da África, nas quais a escravidão predominava?
Veja Também
Bibliografia• O Trato dos Viventes, Luiz Felipe de Alencastro, Cia. das Letras, tel. 0800-142829
Plano proposto por Ricardo Barros, professor de História do Colégio Paulista, de São Paulo
Leia também• O Enigma de Zumbi
Tempo estimado• Duas aulas
Conteúdos• Escravismo, América e África portuguesas
Habilidades• Perceber os laços entre as capitanias do açúcar e a África, fornecedorade mão-de-obra escrava
Examine com os estudantes a história do quilombo dos Palmares e do Brasil Colonial, levando em conta os laços entre a América e a África portuguesas
A reportagem focaliza novas tendências na historiografia brasileira, segundo as quais o quilombo dos Palmares teria sido uma sociedade escravista. Os historiadores que sustentam essa tese analisaram revoltas escravas que ocorreram em outros lugares da América e da África. É um argumento em favor da perspectiva utilizada neste plano de aula: o exame da história do Brasil Colonial — considerando os laços entre a África e a América, respectivamente origem e destino dos escravos negros — e Portugal.
Liberdade Refugiada Quilombo do Tatu, na Bahia. Os demais redutos de africanos foragidos provavelmente tinham uma estrutura semelhante
Atividades1ª aula – Conte que o quilombo dos Palmares formou-se na primeira década do século XVII e só desapareceu em 1694. Peça que os alunos façam pesquisas para identificar alguns atores histórico-sociais desse período, especialmente a partir da década de 1630. Eles provavelmente vão destacar:
• os bandeirantes paulistas, que atacavam as missões jesuíticas meridionais e escravizavam milhares de indígenas;
• os administradores e colonos da América portuguesa, com importantes centros administrativos nas cidades de Salvador e Rio de Janeiro;
• os administradores e colonos do Brasil holandês, governado desde 1637 por Maurício de Nassau;
• os habitantes do quilombo dos Palmares, que se expandia enquanto os holandeses e os luso-brasileiros lutavam entre si.
Chame a atenção para as profundas mudanças na década de 1640. A ruptura da chamada União Ibérica nesse período tornou mais difícil os ataques dos bandeirantes às missões jesuíticas, pois os nativos passaram a ser armados pelos espanhóis. No ano seguinte, os holandeses se apoderaram de Luanda, em Angola, um dos principais pólos do tráfico negreiro. Desde então, a mão-de-obra para as regiões produtoras de açúcar do Brasil holandês estava assegurada. A resposta luso-brasileira veio em 1648, com a reconquista de Luanda por uma expedição organizada no Rio de Janeiro por Salvador Correia de Sá e Benevides. O comércio de escravos retornava ao controle português.
Ensine que, nas décadas seguintes, diversos veteranos da “guerra brasílica” contra os holandeses, como André Vidal de Negreiros e João Fernandes Vieira, lutaram na África, procurando apoderar-se de escravos e outras riquezas. No livro O Trato dos Viventes, o historiador Luiz Felipe de Alencastro identifica várias táticas das guerrilhas brasileiras utilizadas contra os reinos africanos: uso dos gibões paulistas acolchoados contra flechas, matula de mandioca e milho, marchas rápidas a pé descalço e destruição sistemática das roças nativas. É uma evidência do contato permanente entre a América e a África portuguesas pelo Atlântico Sul, continuamente cruzado pelos navios negreiros.
Na década de 1650, o Brasil holandês deixou de existir. Enquanto os “brasílicos” tentavam enriquecer na África, os bandeirantes, diante da crescente resistência dos nativos das áreas meridionais, dirigiram-se ao Nordeste, sendo contratados pelas autoridades para subjugar os índios da região. Foi o que aconteceu com Domingos Jorge Velho, que enfrentou os cariris do Ceará na década de 1670, muito antes de assumir a missão de destruir o quilombo dos Palmares. Depois, bandeirantes e luso-brasileiros na África escreviam à metrópole solicitando nomeações e favores pelos serviços prestados.
Proponha que os estudantes construam uma linha do tempo do século XVII, considerando os eventos mencionados nesta aula e na revista — do bandeirismo de preação à morte de Zumbi.
2ª aula – Não faltam personagens históricos mitificados. Isso talvez tenha acontecido com Zumbi dos Palmares — e com certeza ocorreu com o bandeirante que destruiu o maior dos quilombos.
Aproveitando a imagem de Domingos Jorge Velho estampada na reportagem, sugira à moçada uma releitura da obra do pintor santista Benedito Calixto. A pintura, produzida no início do século XX, enaltece a figura do herói e do desbravador paulista. Estimule os jovens a imaginar como de fato seriam os bandeirantes.
Explique que a visão romantizada do desbravador bandeirante teria surgido no final do século XIX e início do século XX, época em que São Paulo se firmava como um dos estados mais poderosos do país. Para as elites locais, era necessário desenvolver um mito que representasse sua hegemonia política e econômica. Sabe-se hoje que Domingos Jorge Velho era mameluco e que não usava as vestimentas nem portava as armas retratadas na pintura. Ele manejava o arco e a flecha dos nativos tão bem quanto o arcabuz. É provável também que mal soubesse o português: os paulistas da época falavam o tupi, a língua geral utilizada nessa parte do Brasil.
Outra figura emblemática romantizada é a da rainha Jinga, do reino angolano de Matamba. Ela resistiu bravamente aos portugueses com os temíveis guerreiros jagas, que lhe eram fiéis, mas que acabaram se aliando aos “brasílicos”. Durante muito tempo, a rainha Jinga foi ligada ao tráfico e à utilização de escravos em seu reino. Nessa época, foi retratada como uma das figuras mais perversas já vistas na África. Segundo o primeiro historiador angolano, Antonio de Oliveira Cadornega, além de infanticida e antropófaga, Jinga mantinha um harém de homens para seu deleite. Ao final da vida, converteu-se ao cristianismo e passou a ser tratada como fazedora de milagres. Hoje, a rainha angolana é lembrada pelo movimento negro, no mundo inteiro, como um símbolo da resistência africana ao domínio do branco europeu.
Lance alguns temas para debate: será que uma trajetória semelhante aconteceu no caso de Zumbi dos Palmares? É oportuno para o movimento negro conservar uma visão historicamente equivocada de um de seus ícones? Ou convém perceber o líder de Palmares como o inspirador de uma comunidade necessariamente submetida à influência de sociedades mais amplas, da América e da África, nas quais a escravidão predominava?
Veja Também
Bibliografia• O Trato dos Viventes, Luiz Felipe de Alencastro, Cia. das Letras, tel. 0800-142829
Plano proposto por Ricardo Barros, professor de História do Colégio Paulista, de São Paulo
sábado, 9 de maio de 2009
ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA - EJA
O amor sem preconceitos
Vejo o mundo sem guerras
Vejo a paz na terra
Vejo os homens iguais
Na cor e na esperança
Vejo o mundo sem preconceito
Vejo as pessoas com direitos
Vejo escola pras crianças
Vejo tudo na bonança
Talvez eu seja otimista
Mas tudo depende da boa vontade
De termos o carinho e a paz
O amor pelos irmãos
Independente da raça e do credo
De gente que faz,
O amor nascer nos corações
Vejo o mundo sem guerras
Vejo a paz na terra
Vejo os homens iguais
Na cor e na esperança
Vejo o mundo sem preconceito
Vejo as pessoas com direitos
Vejo escola pras crianças
Vejo tudo na bonança
Talvez eu seja otimista
Mas tudo depende da boa vontade
De termos o carinho e a paz
O amor pelos irmãos
Independente da raça e do credo
De gente que faz,
O amor nascer nos corações
autora: Ailce Costa
Obsevação: Esta poesia se encontra em minha página no Recanto das Letras.
ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
Liberdade para todos os povos!
No dia 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, extinguindo a escravidão no Brasil! Os escravos por fim conseguiram suas alforrias (libertação).
A abolição da escravatura não aconteceu do dia para noite, vários movimentos antecederam a data. 3 anos antes em 1885, foi aprovada a Lei dos Sexagenários. Pela lei os escravos ao completarem 60 anos eram libertos. Esta era uma forma de ir gradualmente extinguindo com a escravatura.
Você também deve ter ouvido falar da Lei do Ventre Livre. Os filhos nascidos depois do dia 28 de setembro de 1871, após completarem 8 anos poderiam ser libertados caso o proprietário concordasse. O proprietário recebia uma indenização do governo, que criou este mecanismo como um instrumento de incentivo a libertação dos escravos.
www.smartkids.com
Responda:
Ø Quais foram as leis criadas antes da llibertação dos escravos no Brasil?
( a ) Lei da Liberdade e dos sexagenários
( b ) Lei dos Sexagenários e lei da Princesa Isabel
( c ) Lei do Ventre Livre e Lei da Liberdade.
( d ) Lei do Ventre livre e Lei dos Sexagenários..
Liberdade para todos os povos!
No dia 13 de maio de 1888, a princesa Isabel assinou a Lei Áurea, extinguindo a escravidão no Brasil! Os escravos por fim conseguiram suas alforrias (libertação).
A abolição da escravatura não aconteceu do dia para noite, vários movimentos antecederam a data. 3 anos antes em 1885, foi aprovada a Lei dos Sexagenários. Pela lei os escravos ao completarem 60 anos eram libertos. Esta era uma forma de ir gradualmente extinguindo com a escravatura.
Você também deve ter ouvido falar da Lei do Ventre Livre. Os filhos nascidos depois do dia 28 de setembro de 1871, após completarem 8 anos poderiam ser libertados caso o proprietário concordasse. O proprietário recebia uma indenização do governo, que criou este mecanismo como um instrumento de incentivo a libertação dos escravos.
www.smartkids.com
Responda:
Ø Quais foram as leis criadas antes da llibertação dos escravos no Brasil?
( a ) Lei da Liberdade e dos sexagenários
( b ) Lei dos Sexagenários e lei da Princesa Isabel
( c ) Lei do Ventre Livre e Lei da Liberdade.
( d ) Lei do Ventre livre e Lei dos Sexagenários..
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Documento Base preparatório a CONFINTEA volta a discussão
FRAGMENTO
RECOMENDAÇÕES
RECOMENDAÇÕES AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
...quanto a concepções de EJA
1. Promover o princípio do direito de aprender, ampliando conhecimentos ao longo da vida e não apenas escolarizando.
2. Promover a educação inclusiva pautada nos direitos humanos e no reconhecimento da diversidade.
3. Estimular a concepção de projetos que contemplem a pedagogia da alternância, segundo as necessidades dos educando.
4. Promover educação não-sexista que combata a homofobia e todas as formas de discriminação e preconceito.
...quanto a aspectos didático-pedagógicos
1. Construir para a EJA, intersetorialmente, matriz de referência curricular de formação integral (saúde, ambiente, cultura, comunicação, trabalho e segurança) com ampliação do conceito de sujeito de direito.Reafirmar a concepção de economia popular e solidária na organização de currículos de EJA, na perspectiva da formação humana e solidária, mais cooperativa e coletiva.
2. Estimular Conselhos dos Secretários Estaduais de Educação - CONSED e a União dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME, Conselhos Nacional, Estaduais, Municipais, Distrital e os próprios Fóruns de EJA para que apresentem e divulguem nas entidades e sistemas a lei que regulamenta o ensino de História e Cultura Afro-Descendente e Indígena.
3. Reafirmar a necessidade de inclusão, no currículo, de temas que valorizem o respeito a fases da vida, compreendendo-as no âmbito de suas culturas específicas e buscando a superação de conflitos geracionais.
4. Estimular a inclusão, nos projetos político-pedagógicos de EJA, de princípios e valores para um futuro sustentável definidos em documentos, particularmente a Carta da Terra e o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, com ênfase nos novos desafios que as mudanças climáticas trazem para a espécie humana e para toda a teia da vida.
5. Estimular o debate nacional sobre as formas de organização curricular da EJA – presencial, semi-presencial e à distância.
6. Fortalecer a discussão e a mobilização para a inserção do termo “ambiente virtual multimídia” como um dos espaços educativos previstos no art. 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN.
7. Assegurar recursos para publicação e divulgação da produção científica e cultural dos educadores e educandos de EJA.
8. Formular políticas de livros e materiais didático-pedagógicos para o ensino fundamental e médio da EJA nas redes públicas de ensino, e suas respectivas parcerias, assegurando distribuição gratuita.
9. Produzir e apoiar técnica e financeiramente a elaboração e publicação de materiais pedagógicos de EJA respeitadas a diversidade dos sujeitos e suas especificidades.
10. Realizar pesquisa nacional para avaliar a efetividade e o sentido dos exames em EJA, sejam eles de base estadual ou nacional, para estabelecer política adequada de certificação dos educandos.
http://www.forumeja.org.br/to/?q=node/29
RECOMENDAÇÕES
RECOMENDAÇÕES AO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
...quanto a concepções de EJA
1. Promover o princípio do direito de aprender, ampliando conhecimentos ao longo da vida e não apenas escolarizando.
2. Promover a educação inclusiva pautada nos direitos humanos e no reconhecimento da diversidade.
3. Estimular a concepção de projetos que contemplem a pedagogia da alternância, segundo as necessidades dos educando.
4. Promover educação não-sexista que combata a homofobia e todas as formas de discriminação e preconceito.
...quanto a aspectos didático-pedagógicos
1. Construir para a EJA, intersetorialmente, matriz de referência curricular de formação integral (saúde, ambiente, cultura, comunicação, trabalho e segurança) com ampliação do conceito de sujeito de direito.Reafirmar a concepção de economia popular e solidária na organização de currículos de EJA, na perspectiva da formação humana e solidária, mais cooperativa e coletiva.
2. Estimular Conselhos dos Secretários Estaduais de Educação - CONSED e a União dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME, Conselhos Nacional, Estaduais, Municipais, Distrital e os próprios Fóruns de EJA para que apresentem e divulguem nas entidades e sistemas a lei que regulamenta o ensino de História e Cultura Afro-Descendente e Indígena.
3. Reafirmar a necessidade de inclusão, no currículo, de temas que valorizem o respeito a fases da vida, compreendendo-as no âmbito de suas culturas específicas e buscando a superação de conflitos geracionais.
4. Estimular a inclusão, nos projetos político-pedagógicos de EJA, de princípios e valores para um futuro sustentável definidos em documentos, particularmente a Carta da Terra e o Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global, com ênfase nos novos desafios que as mudanças climáticas trazem para a espécie humana e para toda a teia da vida.
5. Estimular o debate nacional sobre as formas de organização curricular da EJA – presencial, semi-presencial e à distância.
6. Fortalecer a discussão e a mobilização para a inserção do termo “ambiente virtual multimídia” como um dos espaços educativos previstos no art. 1º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional – LDBEN.
7. Assegurar recursos para publicação e divulgação da produção científica e cultural dos educadores e educandos de EJA.
8. Formular políticas de livros e materiais didático-pedagógicos para o ensino fundamental e médio da EJA nas redes públicas de ensino, e suas respectivas parcerias, assegurando distribuição gratuita.
9. Produzir e apoiar técnica e financeiramente a elaboração e publicação de materiais pedagógicos de EJA respeitadas a diversidade dos sujeitos e suas especificidades.
10. Realizar pesquisa nacional para avaliar a efetividade e o sentido dos exames em EJA, sejam eles de base estadual ou nacional, para estabelecer política adequada de certificação dos educandos.
http://www.forumeja.org.br/to/?q=node/29
quinta-feira, 7 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
DESCRITORES
Exemplo de item do descritor D10:
Televisão
Televisão é uma caixa de imagens que fazem barulho.
Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças ir
assistir à televisão.
O que eu gosto mais na televisão são os desenhos animados de bichos.
Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando
gente, como nas telenovelas.
Não gosto muito de programas infantis com gente fingindo de criança.
Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de
verdade com meus amigos e amigas.
Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto
de coisa alguma porque ninguém pode comer uma imagem.
Já os doces que minha mãe faz e que eu como todo dia, esses sim, são
gostosos.
Conclusão: a vida fora da televisão é melhor do que dentro dela.
PAES, J. P. Televisão. In: Vejam como eu sei escrever. 1. ed. São Paulo, Ática, 2001. p. 26- 27.
O trecho em que se percebe que o narrador é uma criança é:
(A) “Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando gente, como
nas telenovelas.”
(B) “Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de
verdade...”
(C) “Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças ir assistir à
televisão.”
(D) “Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto de coisa
alguma...”
Televisão
Televisão é uma caixa de imagens que fazem barulho.
Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças ir
assistir à televisão.
O que eu gosto mais na televisão são os desenhos animados de bichos.
Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando
gente, como nas telenovelas.
Não gosto muito de programas infantis com gente fingindo de criança.
Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de
verdade com meus amigos e amigas.
Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto
de coisa alguma porque ninguém pode comer uma imagem.
Já os doces que minha mãe faz e que eu como todo dia, esses sim, são
gostosos.
Conclusão: a vida fora da televisão é melhor do que dentro dela.
PAES, J. P. Televisão. In: Vejam como eu sei escrever. 1. ed. São Paulo, Ática, 2001. p. 26- 27.
O trecho em que se percebe que o narrador é uma criança é:
(A) “Bicho imitando gente é muito mais engraçado do que gente imitando gente, como
nas telenovelas.”
(B) “Em vez de ficar olhando essa gente brincar de mentira, prefiro ir brincar de
verdade...”
(C) “Quando os adultos não querem ser incomodados, mandam as crianças ir assistir à
televisão.”
(D) “Também os doces que aparecem anunciados na televisão não têm gosto de coisa
alguma...”
domingo, 3 de maio de 2009
MÃE, PRESENTE DE DEUS
SE VOCÊ QUER UM AMOR SEM MEDIDA.RECORDE DAS NOITES QUANDO CRIANÇA E LEMBRE DOS CARINHOS QUE RECEBIA.
SE VOCÊ QUER UM AMOR AMIGO. PENSE NOS CONSELHOS E NAS PALAVRAS CARINHOSAS QUE RECEBIA QUANDO PENSAVA QUE SEU MUNDO CAIRIA.
SE VOCÊ QUER UM AMOR SOLIDÁRIO.PENSE EM ALGUÉM QUE MESMO EM SEUS MOMENTOS DIFÍCIES, ABRE MÃO DO SEU SOFRIMENTO E DÁ AMPARO PRA TE DEIXAR FELIZ.
SE VOCÊ QUER UMA AMIGA VERDADEIRA.É NA SUA CASA QUE VOCÊ ENCONTRA.É NO SORRISO SINCERO.É NO OLHAR QUE AMA.É NA FELICIDADE QUE COMPARTILHA.
SEJA NA ALEGRIA OU NA DOR,NA FELICIDADE OU NA TRISTEZA,NA ANGÚSTIA OU NA SINGELEZA.EM QUALQUER MOMENTO EM QUE VOCÊ SE ENCONTRA.LÁ ESTÁ SUA MÃE PRA TE ABRAÇAR, SEJA EM QUE MOMENTO FOR.
NA GRANDEZA DE DEUS, ELE TE DEU UM AMOR INCONDICIONAL.ALGUÉM QUE TE AMA INDEPENDENTE DE QUEM VOCÊ SEJA.
O AMOR DE MÃE É A BENÇÃO QUE DEUS, QUE EM SUA INFINITA BONDADE NOS PRESENTEOU,PARA NOS ENSINAR O QUE É O VEDADEIRO AMOR.
AUTORA: AILCE COSTA
Este texto se encontra na minha página no Recanto das Letras.
sexta-feira, 1 de maio de 2009
OSTEOPOROSE, COMO CUIDAR - ATIVIDADES DE CIÊNCIAS - EJA
Atividades de Ciências – TRABALHO DE GRUPO - EJA
OSTEOPOROSE
A osteoporose é definida como uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo com conseqüente aumento na fragilidade dos ossos e susceptibilidade a fratura
Quando se alcança os 40 anos de idade. Pode se comprovar que normalmente essa doença ocorre com freqüência nas mulheres A atividade física é de fundamental importância para essas pessoas, pois sendo uma pessoa ativa ela tende a melhorar sua situação tanto física assim como mental.
O QUE SE ENTENDE POR OSTEOPOROSE?
É Conhecida na linguagem formal como “redução óssea” onde há uma perda de substâncias ósseas, ou seja, uma subtração de minerais no osso, sendo assim o córtex do osso reduz a sua espessura.
QUAIS FATORES DE RISCO FAVORECEM O SURGIMENTO DA OSTEOPOROSE:
· ingestão insuficiente de cálcio por meio da alimentação
· fumo
· abuso de bebidas alcoólicas
· consumo exagerado de café
· falta de peso
· baixos níveis de hormônios sexuais
COMO SE PODE EVITAR A OSTEOPOROSE?
Pode-se evitar a osteoporose praticando de forma correta atividade física, fazendo um treinamento de força, enfim sendo uma pessoa ativa, esses são meios para prevenir a osteoporose. Se a pessoa tem força musculosa conseqüentemente os ossos serão fortes também, exemplos são citados se baseando em pessoas que devido a sua profissão tem esse benefício, não perdem massa óssea e não diminuem sua estatura.
1- Marque V se for verdadeiro e F se for Falso:
A ( ) A osteoporose é conhecida pela baixa massa óssea.
B ( ) A falta de cácio nos ossos é uma das causas da osteoporose.
C ( ) Essa doença ocrre com mais frequebcia entre homnes e mulheres.
D ( ) As atividades físicas devem ser evitadas no tratamento dessa doença.
2 – Cite 3 fatores de risco que favorece a osteoporose.
______________________________________________________________________________________________________________________________________
3- Como podemos evitar a osteoporose:
( ) Não praticando atividades físicas.
( ) Fazendo treinamento de força.
( ) Não sendo uma pessoa ativa.
( ) Perdendo massa óssea.
OSTEOPOROSE
A osteoporose é definida como uma doença esquelética sistêmica caracterizada por baixa massa óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo com conseqüente aumento na fragilidade dos ossos e susceptibilidade a fratura
Quando se alcança os 40 anos de idade. Pode se comprovar que normalmente essa doença ocorre com freqüência nas mulheres A atividade física é de fundamental importância para essas pessoas, pois sendo uma pessoa ativa ela tende a melhorar sua situação tanto física assim como mental.
O QUE SE ENTENDE POR OSTEOPOROSE?
É Conhecida na linguagem formal como “redução óssea” onde há uma perda de substâncias ósseas, ou seja, uma subtração de minerais no osso, sendo assim o córtex do osso reduz a sua espessura.
QUAIS FATORES DE RISCO FAVORECEM O SURGIMENTO DA OSTEOPOROSE:
· ingestão insuficiente de cálcio por meio da alimentação
· fumo
· abuso de bebidas alcoólicas
· consumo exagerado de café
· falta de peso
· baixos níveis de hormônios sexuais
COMO SE PODE EVITAR A OSTEOPOROSE?
Pode-se evitar a osteoporose praticando de forma correta atividade física, fazendo um treinamento de força, enfim sendo uma pessoa ativa, esses são meios para prevenir a osteoporose. Se a pessoa tem força musculosa conseqüentemente os ossos serão fortes também, exemplos são citados se baseando em pessoas que devido a sua profissão tem esse benefício, não perdem massa óssea e não diminuem sua estatura.
1- Marque V se for verdadeiro e F se for Falso:
A ( ) A osteoporose é conhecida pela baixa massa óssea.
B ( ) A falta de cácio nos ossos é uma das causas da osteoporose.
C ( ) Essa doença ocrre com mais frequebcia entre homnes e mulheres.
D ( ) As atividades físicas devem ser evitadas no tratamento dessa doença.
2 – Cite 3 fatores de risco que favorece a osteoporose.
______________________________________________________________________________________________________________________________________
3- Como podemos evitar a osteoporose:
( ) Não praticando atividades físicas.
( ) Fazendo treinamento de força.
( ) Não sendo uma pessoa ativa.
( ) Perdendo massa óssea.
TRABALHANDO COM CARTAS - EJA
São Joaquim da Feicidade, 1 de maio de 2009
Ilmo.Sr. Pedro Pereira
Prezado cliente,
Informamos que o Loja Felicidade está em liquidação de seus produtos.Pedimos ao senhor que venha conferir os preços. A loja está em queima de estoques e estamos vendendo móveis a preço de custo.Na oportunidade agradecemos a prferência.
Atenciosamente,
Loja Felicidade.
1 - Responda:
a) Quem é o remetente desta carta? _________________________________________________
_________________________________________________
b) Quem é o destinatário?
_________________________________________________
_________________________________________________
c) Qual é o assunto tratado na carta?
_________________________________________________
_________________________________________________
d) Na sua opinião,porque a loja escreveu para Pedor Pereira?
_________________________________________________
_________________________________________________
e) Qual foi a forma de tratamento que a loja usou com o Sr. Pedro?
_________________________________________________
_________________________________________________
f) Faça de conta que você tem uma loja.Escreva uma carta a um cliente
informando a ele que ele está em débito com a loja.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Dia Mundial do Trabalho - EJA

1º de maio é o dia em que as pessoas de diversos países, comemoram as conquistas dos trabalhadores..No dia 1º. de maio de 1886, os operários, cansados da falta de direitos e das condições desumanas de trabalho, resolvem fazer uma paralisação,nos Estados Unidos , a fim de reivindicar a diminuição da jornada diária de 13 para 8 horas de trabalho. A polícia reage violentamente, e vários trabalhadores são mortos.
Assim, em homenagem às vítimas, em 1889, escolheu o 1º de maio como Dia Internacional do Trabalho. No Brasil, o 1º. de maio também foi a data escolhida para se criar o salário mínimo (1940) e a Justiça do Trabalho (1941),ambas realizações do Governo Vargas. Infelizmente, entre a mão-de-obra mundial, ainda é freqüente o uso do trabalho infantil, mesmo que ilegalmente.
Autor: Juscelino Tanaka
1 - O que se comemora no dia 1º de maio?
a. ( ) O dia da justiça
b. ( ) Homenagens as vítimas de dengue
c. ( ) O abusi do trabalho infantil.
d. ( ) As conquistas dos trabalhadores
2. Como foi escolhido o 1º de maio para comemorar essa data?
a. ( ) Por causa da Justiça do Trabalho.
b. ( ) em homenagem aos operários mortos nos Estados Unidos.
c. ( ) Por causa do salário mínimo.
d. ( ) para homenagear o índio.
3 – Cite o que foi criado no Brasil no dia 1º de maio.
Assim, em homenagem às vítimas, em 1889, escolheu o 1º de maio como Dia Internacional do Trabalho. No Brasil, o 1º. de maio também foi a data escolhida para se criar o salário mínimo (1940) e a Justiça do Trabalho (1941),ambas realizações do Governo Vargas. Infelizmente, entre a mão-de-obra mundial, ainda é freqüente o uso do trabalho infantil, mesmo que ilegalmente.
Autor: Juscelino Tanaka
1 - O que se comemora no dia 1º de maio?
a. ( ) O dia da justiça
b. ( ) Homenagens as vítimas de dengue
c. ( ) O abusi do trabalho infantil.
d. ( ) As conquistas dos trabalhadores
2. Como foi escolhido o 1º de maio para comemorar essa data?
a. ( ) Por causa da Justiça do Trabalho.
b. ( ) em homenagem aos operários mortos nos Estados Unidos.
c. ( ) Por causa do salário mínimo.
d. ( ) para homenagear o índio.
3 – Cite o que foi criado no Brasil no dia 1º de maio.
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sábado, 25 de abril de 2009
A CABANA - WILLIAM P.YONG
Terminei hoje de ler este livro.Ele é sensacional.Quem tiver a chance de ler por favor,não deixem de fazer.Você encontrara várias respostas que te incomodam na vida.Te trará uma paz e te cobrirá de esperança na vida.É um dos livros mais lindos que tive o prazer de ler.Vale a pena.
Por este motivo resolvi tirar um parágrafo e trabalhar com meus alunos valores éticos e morais,dentro de um dos princípios trabalhado neste livro que é uma preciosidade.
Os seres humanos
Os seres humanos feridos centram sua vida ao redor das coisas que parecem boas para eles,procurando compensação.Mas isso não é pra preenchê-los nem lebertá-los.Eles são viciados em poder, ou na ilusão de segurança que o poder oferece.Quando acontece um desastre, essas mesmas pessoas vão se voltar contra os falsos poderes nos quais confiavam.Em seu desapontamento, se suavizam com relação ao criador ou se tornam mais ousados em sua independência.Os homens tentam dar sentido ao mundo em que vivem baseados numa visão pequena e incompleta da realidade.Nós não podemos "produzir" confiança,assim como não podemos "fazer" humildade.Ela exista ou não.A confiança é fruto de um relacinamento em que você é amado.Quando você desistir de decidir o que é bom ou ruim e escolher viver apenas em Deus, verá a bondade que existe nele e aprenderá a confiar-lhe sua vida.
Observação: Tive que mudar algumas palavras para fazer sentido.Mas a essencia é a mesma.
Responda:
1 - Como você encara seus medos?
2 _ Pra você de que forma Deus entra na sua vida?
3 - Explique:
a)Como é sua vida com as pessoas que você ama?
b)Como é a confiança que vocÊ deposita em Deus?
c)O que realmente é importantena sua vida?
Por este motivo resolvi tirar um parágrafo e trabalhar com meus alunos valores éticos e morais,dentro de um dos princípios trabalhado neste livro que é uma preciosidade.
Os seres humanos
Os seres humanos feridos centram sua vida ao redor das coisas que parecem boas para eles,procurando compensação.Mas isso não é pra preenchê-los nem lebertá-los.Eles são viciados em poder, ou na ilusão de segurança que o poder oferece.Quando acontece um desastre, essas mesmas pessoas vão se voltar contra os falsos poderes nos quais confiavam.Em seu desapontamento, se suavizam com relação ao criador ou se tornam mais ousados em sua independência.Os homens tentam dar sentido ao mundo em que vivem baseados numa visão pequena e incompleta da realidade.Nós não podemos "produzir" confiança,assim como não podemos "fazer" humildade.Ela exista ou não.A confiança é fruto de um relacinamento em que você é amado.Quando você desistir de decidir o que é bom ou ruim e escolher viver apenas em Deus, verá a bondade que existe nele e aprenderá a confiar-lhe sua vida.
Observação: Tive que mudar algumas palavras para fazer sentido.Mas a essencia é a mesma.
Responda:
1 - Como você encara seus medos?
2 _ Pra você de que forma Deus entra na sua vida?
3 - Explique:
a)Como é sua vida com as pessoas que você ama?
b)Como é a confiança que vocÊ deposita em Deus?
c)O que realmente é importantena sua vida?
quarta-feira, 22 de abril de 2009
ÉTICA E CIDADANIA - EJA
Fome e desigualdade social no mundo e no Brasil
Objetivos
1. Despertar nos alunos o senso de solidariedade
2. Promover discussões que valorizem o voluntariado
3. Buscar alternativas para minimizar o problema da fome em comunidades carentes
Descrição
Campanha de arrecadação de alimentos a serem distribuídos em comunidades carentes
Site Base
Portal EduKb
Atividades - Diga não à fome!
Atividades
1. Pesquisa em livros e Internet sobre a fome no mundo e seus desdobramentos;
2. Pesquisa em livros e Internet sobre a fome no Brasil e seus desdobramentos;
3. Levantamento de comunidades carentes nas proximidades da escola;
4. Planejamento de ações que possam minimizar os problemas levantados anteriormente;
5. Distribuição dos alimentos arrecadados com culminância na escola;
6. Redação e envio de carta aos governos locais mostrando resultados do projeto e pedindo atenção ao problema;
Dica para o Professor
1. A fome é um problema social gravíssimo, que cresce a cada dia em determinadas partes do mundo e de nosso país. Sem esquecer da enorme responsabilidade que o governo tem no que diz respeito ao assunto, o projeto pode vir a contribuir de forma imediata atuando em comunidades carentes que estejam nas proximidades, ou seja, que façam de alguma forma parte do contexto em que os alunos vivem. Apesar de algumas disciplinas estarem mais diretamente envolvidas nas atividades, é preciso que a mobilização envolva a escola como um todo, para que solidariedade e voluntariado não fiquem apenas no papel. E mãos à obra!
Cronograma - Diga não à fome!
. Primeira semana
Atividades 1 e 2
2. Segunda semana
Atividades 3 e 4
3. Terceira e quarta semanas
Atividade 5
4. Quinta semana
Atividade 6
Sites de Apoio
Fome Zero
Josué de Castro
Ação Fome Zero
Cidadania na Internet
Autor do Projeto
Renata Portella de Moura
QUERIDA LEITORA SUELI,ESPERO TER TE AJUDADO.BJS.
Objetivos
1. Despertar nos alunos o senso de solidariedade
2. Promover discussões que valorizem o voluntariado
3. Buscar alternativas para minimizar o problema da fome em comunidades carentes
Descrição
Campanha de arrecadação de alimentos a serem distribuídos em comunidades carentes
Site Base
Portal EduKb
Atividades - Diga não à fome!
Atividades
1. Pesquisa em livros e Internet sobre a fome no mundo e seus desdobramentos;
2. Pesquisa em livros e Internet sobre a fome no Brasil e seus desdobramentos;
3. Levantamento de comunidades carentes nas proximidades da escola;
4. Planejamento de ações que possam minimizar os problemas levantados anteriormente;
5. Distribuição dos alimentos arrecadados com culminância na escola;
6. Redação e envio de carta aos governos locais mostrando resultados do projeto e pedindo atenção ao problema;
Dica para o Professor
1. A fome é um problema social gravíssimo, que cresce a cada dia em determinadas partes do mundo e de nosso país. Sem esquecer da enorme responsabilidade que o governo tem no que diz respeito ao assunto, o projeto pode vir a contribuir de forma imediata atuando em comunidades carentes que estejam nas proximidades, ou seja, que façam de alguma forma parte do contexto em que os alunos vivem. Apesar de algumas disciplinas estarem mais diretamente envolvidas nas atividades, é preciso que a mobilização envolva a escola como um todo, para que solidariedade e voluntariado não fiquem apenas no papel. E mãos à obra!
Cronograma - Diga não à fome!
. Primeira semana
Atividades 1 e 2
2. Segunda semana
Atividades 3 e 4
3. Terceira e quarta semanas
Atividade 5
4. Quinta semana
Atividade 6
Sites de Apoio
Fome Zero
Josué de Castro
Ação Fome Zero
Cidadania na Internet
Autor do Projeto
Renata Portella de Moura
QUERIDA LEITORA SUELI,ESPERO TER TE AJUDADO.BJS.
sexta-feira, 17 de abril de 2009
MINERAIS - O QUE SÃO? - EJA - TEXTOS E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

O golfinho de água doce
Já ouviste falar em golfinhos cor-de-rosa? Não?
Pois fique sabendo que existem e, ao contrário dos seus "primos" cinzentos, os botos vivem nos rios.
Os botos são iguaizinhos aos seus "primos" golfinhos! Sim, também são mamíferos, por isso se adaptaram tão bem à água doce...
O boto cor-de-rosa existe apenas nos rios da América do Sul, principalmente na zona da Amazônia brasileira e do rio Orenoco na Venezuela.
1 – Qual é o principal assunto tratado no texto:
a. ( ) Os Golfinhos cor-de-rosa.
b. ( ) Os animais mamíferos
c. ( ) Os botos cor-de-rosa
d. ( ) Os rios da Amazônia
2 – Onde vivem os golfinhos cinzentos?
a. ( ) Nos rios da Venezuela
b,( ) Nos rios da Amazônia
c.( ) No rio Orenoco
d. ( )Nos Oceanos e Mares

Minerais - O que são ?
• Não seria possível ter dentes saudáveis, ossos fortes e músculos vigorosos sem a ação dos minerais.
• Os minerais encontram-se em diferentes alimentos, desde os frutos e legumes até à carne e ao peixe. Alguns, como o cálcio e o ferro, têm uma função de construção como constituintes dos ossos e do sangue, respectivamente.
1 -Este texto :
a. ( ) Está te informando como você deve cuidar dos dentes.
b. ( ) Está te informando sobre os sabores das frutas.
c. ( ) Está te informando que os minerais se encontram em diferentes
alimentos
d. ( ) está te informando que deve-se ter ossos fortes.
2 – Os que são os sais minerais:
a. ( ) são os frutos e os legumes b. ( ) são os ossos e músculos
c. ( ) são a carne e o peixe d. ( ) são o cálcio e o ferro
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Avaliação de Ciências/ Geografia - EJA
Avaliação de Geo/ Ciências – Escola Municipal “João Alves Duca”
Nome _______________________________ Data ________________
Série: 3º EJA Valor: _____________ Ailce Costa
1 _ No processo de Reciclagem, que além de preservar o meio ambiente
também gera renda. De acordo com essa informação, quais são os materiais
mais reciclados? _________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
2 – Marque V se for Verdadeiro e F se for Falso:
a. ( ) O lixo orgânico ( sobras de vegetais,frutas,esterco, etc) é utilizado
como adubo adubo orgânico na agricultura.
b. ( ) Vidros demoram 2 anos para serem absorvidos pelo meio ambiente.
c. ( ) Pontas de cigarro demoram de 10 a 20 anos para serem absorvidos
pelo meio ambiente.
d. ( ) A reciclagem do lixo é de pouca importância para a natureza.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------
3 – Marque um x na resposta certa:
O empobrecimento do solo é causado:
a. ( ) Pela dengue b. ( ) Pela sombra da árvore
c. ( ) Pelo aumento da erosão
O desmatamento causa:
a. ( ) a poluição b. ( ) diminuição das chuvas
c. ( ) extinção de nascentes
4 – Qual é a importância da árvore na natureza?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
------------------------------------------------------------------------------------
5 – Cite 3 meios de como se previne a Dengue.
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
---------------------------------------------------------------------------------------------------------------
6 _ Quais são os sintomas da Dengue?
a. ( ) dor de barriga,cansaço e vômitos
b. ( ) febre, dor de cabeça e dores no corpo
-----------------------------------------------------------------------------------
7 – Crie um parágrafo onde contenha as seguintes palavras:
Solo – plantas - água – folhas – galhos - rios
Nome _______________________________ Data ________________
Série: 3º EJA Valor: _____________ Ailce Costa
1 _ No processo de Reciclagem, que além de preservar o meio ambiente
também gera renda. De acordo com essa informação, quais são os materiais
mais reciclados? _________________________________________________
_______________________________________________________________
_______________________________________________________________
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2 – Marque V se for Verdadeiro e F se for Falso:
a. ( ) O lixo orgânico ( sobras de vegetais,frutas,esterco, etc) é utilizado
como adubo adubo orgânico na agricultura.
b. ( ) Vidros demoram 2 anos para serem absorvidos pelo meio ambiente.
c. ( ) Pontas de cigarro demoram de 10 a 20 anos para serem absorvidos
pelo meio ambiente.
d. ( ) A reciclagem do lixo é de pouca importância para a natureza.
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3 – Marque um x na resposta certa:
O empobrecimento do solo é causado:
a. ( ) Pela dengue b. ( ) Pela sombra da árvore
c. ( ) Pelo aumento da erosão
O desmatamento causa:
a. ( ) a poluição b. ( ) diminuição das chuvas
c. ( ) extinção de nascentes
4 – Qual é a importância da árvore na natureza?
__________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
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5 – Cite 3 meios de como se previne a Dengue.
_______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________
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6 _ Quais são os sintomas da Dengue?
a. ( ) dor de barriga,cansaço e vômitos
b. ( ) febre, dor de cabeça e dores no corpo
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7 – Crie um parágrafo onde contenha as seguintes palavras:
Solo – plantas - água – folhas – galhos - rios
terça-feira, 14 de abril de 2009
domingo, 12 de abril de 2009
sábado, 11 de abril de 2009
Trechos de contos trazem ótimas sugestões para os textos
Linguagem e expressões características de cada gênero. Cada tipo de texto tem uma forma específica de dizer determinadas coisas. "Era uma vez", por exemplo, é certamente a forma mais tradicional de dar início a um conto de fadas (note que ela não seria adequada para uma composição informativa ou instrucional). Além de colaborar para que a turma identifique essas construções, a leitura de contos clássicos pode municiá-la de alternativas para fugir do lugar-comum. O Príncipe-Rã ou Henrique de Ferro, na versão dos Irmãos Grimm, começa assim: "Num tempo que já se foi, quando ainda aconteciam encantamentos, viveu um rei que tinha uma porção de filhas, todas lindas".
Descrição psicológica. Trazendo elementos importantes para a compreensão da trama, a explicitação de intenções e estados mentais ajuda a construir as imagens de cada um dos personagens, aproximando-os ou afastando-os do leitor. Em O Soldadinho de Chumbo, Hans Christian Andersen desvela em poucas linhas os traços da personalidade tímida, amorosa e respeitosa do protagonista: "O soldadinho olhou para a bailarina, ainda mais apaixonado: ela olhou para ele, mas não trocaram palavra alguma. Ele desejava conversar, mas não ousava. Sentia-se feliz apenas por estar novamente perto dela e poder contemplá-la".
Ritmo. É possível controlar a velocidade da história usando expressões que indiquem a intensidade da passagem do tempo ("vagarosamente", "após longa espera", "de repente", "num estalo" etc.). Outros recursos mais sofisticados são recorrer a flashbacks ou divagações dos personagens (para retardar a história) ou enfileirar uma ação atrás da outra (para acelerar). Charles Perrault combina construções temporais e encadeamento de fatos para gerar um clima agitado e tenso neste trecho de Chapeuzinho Vermelho: "O lobo lançou-se sobre a boa mulher e a devorou num segundo, pois fazia mais de três dias que não comia. Em seguida, fechou a porta e se deitou na cama".
Caracterização dos personagens. Mais do que apelar para a descrição do tipo lista ("era feio, medroso e mal-humorado"), feita geralmente por um narrador que não participa da ação, que tal incentivar a garotada a explorar diálogos para mostrar os principais traços dos personagens? Nesse aspecto, a pontuação e o uso preciso de verbos declarativos e de marcas da oralidade (leia a reportagem O papel das letras na interação social) exercem papel fundamental. Neste trecho de Rumpelstichen, os Irmãos Grimm dão voz à protagonista para que ela se lamente:
"- Ah! - respondeu a moça entre soluços. - O rei me mandou fiar toda esta palha de ouro. Não sei como fazer isso!"
Para terminar, um último e imprescindível lembrete: você pode ter colocado a turma para ler e ter direcionado adequadamente a atividade para melhorar a qualidade dos textos, mas o trabalho não para por aí. Nada disso adianta se o estudante não tiver a oportunidade - mais até, a obrigação - de pôr o conhecimento em prática. Ainda que a leitura seja essencial para impulsionar a escrita, não se desenvolve o comportamento de escritor sem enfrentar, na pele, os complexos desafios do escrever.
www.revistaescola.abril.com.br
Descrição psicológica. Trazendo elementos importantes para a compreensão da trama, a explicitação de intenções e estados mentais ajuda a construir as imagens de cada um dos personagens, aproximando-os ou afastando-os do leitor. Em O Soldadinho de Chumbo, Hans Christian Andersen desvela em poucas linhas os traços da personalidade tímida, amorosa e respeitosa do protagonista: "O soldadinho olhou para a bailarina, ainda mais apaixonado: ela olhou para ele, mas não trocaram palavra alguma. Ele desejava conversar, mas não ousava. Sentia-se feliz apenas por estar novamente perto dela e poder contemplá-la".
Ritmo. É possível controlar a velocidade da história usando expressões que indiquem a intensidade da passagem do tempo ("vagarosamente", "após longa espera", "de repente", "num estalo" etc.). Outros recursos mais sofisticados são recorrer a flashbacks ou divagações dos personagens (para retardar a história) ou enfileirar uma ação atrás da outra (para acelerar). Charles Perrault combina construções temporais e encadeamento de fatos para gerar um clima agitado e tenso neste trecho de Chapeuzinho Vermelho: "O lobo lançou-se sobre a boa mulher e a devorou num segundo, pois fazia mais de três dias que não comia. Em seguida, fechou a porta e se deitou na cama".
Caracterização dos personagens. Mais do que apelar para a descrição do tipo lista ("era feio, medroso e mal-humorado"), feita geralmente por um narrador que não participa da ação, que tal incentivar a garotada a explorar diálogos para mostrar os principais traços dos personagens? Nesse aspecto, a pontuação e o uso preciso de verbos declarativos e de marcas da oralidade (leia a reportagem O papel das letras na interação social) exercem papel fundamental. Neste trecho de Rumpelstichen, os Irmãos Grimm dão voz à protagonista para que ela se lamente:
"- Ah! - respondeu a moça entre soluços. - O rei me mandou fiar toda esta palha de ouro. Não sei como fazer isso!"
Para terminar, um último e imprescindível lembrete: você pode ter colocado a turma para ler e ter direcionado adequadamente a atividade para melhorar a qualidade dos textos, mas o trabalho não para por aí. Nada disso adianta se o estudante não tiver a oportunidade - mais até, a obrigação - de pôr o conhecimento em prática. Ainda que a leitura seja essencial para impulsionar a escrita, não se desenvolve o comportamento de escritor sem enfrentar, na pele, os complexos desafios do escrever.
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ATIVIDADES DE GEOGRAFIA - EJA
Perto e longe
Bloco de Conteúdo
Geografia
Conteúdo
Representação da Paisagem
Objetivos
- Discutir a importância do mapa e suas informações.
- Trabalhar as noções de perto e longe.
- Estimar distâncias entre a cidade em que se vive e outros pontos.
Conteúdos
- Leitura e decodificação de símbolos cartográficos.
- Identificação de topônimos (nomes próprios de lugares).
Anos
1º e 2º
Tempo estimado
3 aulas
Material necessário
Lápis preto e de cor, borracha e papel
Desenvolvimento
1ª ETAPA Pergunte aos alunos se conhecem o mapa do Brasil e fale sobre a utilidade dele. Peça que cada estudante desenhe o próprio mapa do país.
2ª ETAPA Apresente o mapa político do Brasil. Exercite a decodificação dos símbolos cartográficos (letras maiúsculas para estados, letras de diferentes tamanhos conforme a população da cidade). Ajude-os a localizar onde vivem.
3ª ETAPA Trabalhe a noção de perto e longe com perguntas. Qual é a capital mais distante de onde estamos? E a mais próxima? Estamos longe do litoral?
4ª ETAPA Peça que os estudantes comparem seus desenhos iniciais com o mapa político. Fale sobre o nome oficial do mapa e explique que ele revela as informações básicas que um cidadão precisa saber para se localizar e se deslocar pelo país.
Avaliação
Avalie o envolvimento e a produção dos alunos no desenho inicial e nos debates. Exatidão nas respostas não é fundamental, mas sim a criação de raciocínios espaciais.
Consultoria: Julia Pinheiro Andrade
Professora e formadora nas áreas de Geografia e Iniciação à Pesquisa da Escola Castanheiras, em São Paulo.
Bloco de Conteúdo
Geografia
Conteúdo
Representação da Paisagem
Objetivos
- Discutir a importância do mapa e suas informações.
- Trabalhar as noções de perto e longe.
- Estimar distâncias entre a cidade em que se vive e outros pontos.
Conteúdos
- Leitura e decodificação de símbolos cartográficos.
- Identificação de topônimos (nomes próprios de lugares).
Anos
1º e 2º
Tempo estimado
3 aulas
Material necessário
Lápis preto e de cor, borracha e papel
Desenvolvimento
1ª ETAPA Pergunte aos alunos se conhecem o mapa do Brasil e fale sobre a utilidade dele. Peça que cada estudante desenhe o próprio mapa do país.
2ª ETAPA Apresente o mapa político do Brasil. Exercite a decodificação dos símbolos cartográficos (letras maiúsculas para estados, letras de diferentes tamanhos conforme a população da cidade). Ajude-os a localizar onde vivem.
3ª ETAPA Trabalhe a noção de perto e longe com perguntas. Qual é a capital mais distante de onde estamos? E a mais próxima? Estamos longe do litoral?
4ª ETAPA Peça que os estudantes comparem seus desenhos iniciais com o mapa político. Fale sobre o nome oficial do mapa e explique que ele revela as informações básicas que um cidadão precisa saber para se localizar e se deslocar pelo país.
Avaliação
Avalie o envolvimento e a produção dos alunos no desenho inicial e nos debates. Exatidão nas respostas não é fundamental, mas sim a criação de raciocínios espaciais.
Consultoria: Julia Pinheiro Andrade
Professora e formadora nas áreas de Geografia e Iniciação à Pesquisa da Escola Castanheiras, em São Paulo.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
PLANO DE AULA - ORTOGRAFIA -EJA
Conteúdo específico
Ortografia: verbos terminados em ão/am.
Ano
3º e 4º
Tempo necessário
Uma aula de 50 minutos.
Material Necessário
Folha de linguagem para o ditado, lápis, borracha para os alunos.
Desenvolvimento
1ª etapa Organize os alunos em duplas, sentados em suas carteiras.
2ª etapa Selecione um texto que apresente palavras terminadas em am e ão e que seja adequado para um ditado. Antes de iniciar a leitura, faça uma contextualização e comente sobre o gênero, autor, possível conteúdo, remetendo-se ao título.
3ª etapa Faça o ditado e, a cada vez que chegar à palavra representativa da questão ortográfica em foco, pergunte aos alunos de que forma deverá ser escrita. Solicite que pensem em outra palavra que se encaixe na justificativa dada, para conferir se vale ou não a explicação. Caso a resposta for incorreta, apresente um contra-exemplo para fazer com que os alunos repensem a explicação dada, reformulando-a. Se disserem, por exemplo, que convidaram se escreve com ão no final, coloque na lousa
Solicite que comparem e vejam com quais exemplos a palavra convidaram se parece mais e porquê e, dessa forma, como seria escrita.
4ª etapa Ao final do ditado, solicite que elaborem uma explicação a respeito de quando a palavra for um verbo, como é que sabemos se se escreve com am ou com ão no final. A regularidade dessa escrita deve ficar disponível na classe, afixada, por exemplo, em um mural de registro de conhecimentos ortográficos. Deve ser consultada sempre que se precisar. É muito importante que o professor mostre como utilizar o registro para que a turma tire suas dúvidas.
Avaliação
Proponha outros ditados e produções escritas e analise se os alunos utilizam o registro como fonte de referência. Se o aluno tiver compreendido a regularidade e a memorizado, não precisará recorrer a ele.
Ortografia: verbos terminados em ão/am.
Ano
3º e 4º
Tempo necessário
Uma aula de 50 minutos.
Material Necessário
Folha de linguagem para o ditado, lápis, borracha para os alunos.
Desenvolvimento
1ª etapa Organize os alunos em duplas, sentados em suas carteiras.
2ª etapa Selecione um texto que apresente palavras terminadas em am e ão e que seja adequado para um ditado. Antes de iniciar a leitura, faça uma contextualização e comente sobre o gênero, autor, possível conteúdo, remetendo-se ao título.
3ª etapa Faça o ditado e, a cada vez que chegar à palavra representativa da questão ortográfica em foco, pergunte aos alunos de que forma deverá ser escrita. Solicite que pensem em outra palavra que se encaixe na justificativa dada, para conferir se vale ou não a explicação. Caso a resposta for incorreta, apresente um contra-exemplo para fazer com que os alunos repensem a explicação dada, reformulando-a. Se disserem, por exemplo, que convidaram se escreve com ão no final, coloque na lousa
Solicite que comparem e vejam com quais exemplos a palavra convidaram se parece mais e porquê e, dessa forma, como seria escrita.
4ª etapa Ao final do ditado, solicite que elaborem uma explicação a respeito de quando a palavra for um verbo, como é que sabemos se se escreve com am ou com ão no final. A regularidade dessa escrita deve ficar disponível na classe, afixada, por exemplo, em um mural de registro de conhecimentos ortográficos. Deve ser consultada sempre que se precisar. É muito importante que o professor mostre como utilizar o registro para que a turma tire suas dúvidas.
Avaliação
Proponha outros ditados e produções escritas e analise se os alunos utilizam o registro como fonte de referência. Se o aluno tiver compreendido a regularidade e a memorizado, não precisará recorrer a ele.
PLANO DE AULA - MATEMÁTICA - EJA - OPERAÇÕES COM NÚMEROS NATURAIS
Bloco de Conteúdo
Matemática
Conteúdo
Operações com Números Naturais
Objetivos
- Refletir sobre as operações de adição e subtração e saber como relacioná-las.
- Ler e preencher tabelas.
- Esclarecer dúvidas sobre descontos e acréscimos ao salário.
Conteúdos
- Números e operações.
- Campo aditivo.
Anos
3º e 4º.
Tempo estimado
Duas aulas.
Material necessário
Cópias do modelo de contracheque.
Desenvolvimento
PREPARAÇÃO Redija um modelo de contracheque que seja próximo da realidade de seus alunos. O ideal é que ele contenha tanto acréscimos quanto deduções do salário bruto (veja uma sugestão abaixo). Deixe em branco o nome do empregado, o da empresa e o resumo dos rendimentos.
1ª ETAPA Inicie a atividade debatendo a função do contracheque. Explique que se trata de um documento em que a empresa especifica o ordenado bruto do funcionário, as deduções (de Imposto de Renda, INSS) e os acréscimos (salário-família, horas extras, gratificações). Passeie pela nomenclatura: o que significa cada linha? A que mês o recibo se refere? Pergunte aos alunos que trabalham como é o contracheque deles - tomando o cuidado de não criar constrangimento, uma vez que muitos trabalham na informalidade. Aparecem outros itens além dos apresentados?
2ª ETAPA Divida a turma em grupos de quatro alunos e peça que calculem o total de vencimentos. Observe as estratégias utilizadas para resolver o problema e selecione quais delas quer colocar em discussão. Pergunte quais são as vantagens e as desvantagens dos métodos utilizados. Repita o procedimento para obter a soma dos descontos e o valor líquido a receber.
3ª ETAPA Proponha à classe o seguinte enunciado: "O trabalhador que recebeu este salário precisa pagar as seguintes despesas: alimentação: 160 reais; água: 29 reais; luz: 50 reais; aluguel: 170 reais; prestação de um rádio: 40 reais. Qual é o total de despesas a pagar? Quanto sobra do salário?" Dessa vez, deixe cada um trabalhar individualmente. Discuta novamente as estratégias de resolução.
Avaliação
Examine os cadernos, verificando as estratégias utilizadas e a forma de registro do cálculo de cada aluno. Para os que não escreveram nada, peça que explicitem verbalmente o caminho feito "de cabeça" e vá anotando conforme falam.
Modelo
EMPRESA: __________________________________
RECIBO DE PAGAMENTO DE SALÁRIO - REF: AGOSTO/2008
FUNCIONÁRIO: _____________________________
CARGO: ____________________________________
DESCRIÇÃO VENCIMENTOS DESCONTOS
SALÁRIO 458,00 ---
ALIMENTAÇÃO 130,00 ---
TRANSPORTE --- 27,00
INSS --- 50,00
TOTAL DE VENCIMENTOS
TOTAL DE DESCONTOS
LÍQUIDO A RECEBER
Consultoria: Priscila Monteiro
Selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. .
Consultoria:
Equipe pedagógica da área de Matemática em EJA do Colégio Imaculada Conceição, em Belo Horizonte.
Matemática
Conteúdo
Operações com Números Naturais
Objetivos
- Refletir sobre as operações de adição e subtração e saber como relacioná-las.
- Ler e preencher tabelas.
- Esclarecer dúvidas sobre descontos e acréscimos ao salário.
Conteúdos
- Números e operações.
- Campo aditivo.
Anos
3º e 4º.
Tempo estimado
Duas aulas.
Material necessário
Cópias do modelo de contracheque.
Desenvolvimento
PREPARAÇÃO Redija um modelo de contracheque que seja próximo da realidade de seus alunos. O ideal é que ele contenha tanto acréscimos quanto deduções do salário bruto (veja uma sugestão abaixo). Deixe em branco o nome do empregado, o da empresa e o resumo dos rendimentos.
1ª ETAPA Inicie a atividade debatendo a função do contracheque. Explique que se trata de um documento em que a empresa especifica o ordenado bruto do funcionário, as deduções (de Imposto de Renda, INSS) e os acréscimos (salário-família, horas extras, gratificações). Passeie pela nomenclatura: o que significa cada linha? A que mês o recibo se refere? Pergunte aos alunos que trabalham como é o contracheque deles - tomando o cuidado de não criar constrangimento, uma vez que muitos trabalham na informalidade. Aparecem outros itens além dos apresentados?
2ª ETAPA Divida a turma em grupos de quatro alunos e peça que calculem o total de vencimentos. Observe as estratégias utilizadas para resolver o problema e selecione quais delas quer colocar em discussão. Pergunte quais são as vantagens e as desvantagens dos métodos utilizados. Repita o procedimento para obter a soma dos descontos e o valor líquido a receber.
3ª ETAPA Proponha à classe o seguinte enunciado: "O trabalhador que recebeu este salário precisa pagar as seguintes despesas: alimentação: 160 reais; água: 29 reais; luz: 50 reais; aluguel: 170 reais; prestação de um rádio: 40 reais. Qual é o total de despesas a pagar? Quanto sobra do salário?" Dessa vez, deixe cada um trabalhar individualmente. Discuta novamente as estratégias de resolução.
Avaliação
Examine os cadernos, verificando as estratégias utilizadas e a forma de registro do cálculo de cada aluno. Para os que não escreveram nada, peça que explicitem verbalmente o caminho feito "de cabeça" e vá anotando conforme falam.
Modelo
EMPRESA: __________________________________
RECIBO DE PAGAMENTO DE SALÁRIO - REF: AGOSTO/2008
FUNCIONÁRIO: _____________________________
CARGO: ____________________________________
DESCRIÇÃO VENCIMENTOS DESCONTOS
SALÁRIO 458,00 ---
ALIMENTAÇÃO 130,00 ---
TRANSPORTE --- 27,00
INSS --- 50,00
TOTAL DE VENCIMENTOS
TOTAL DE DESCONTOS
LÍQUIDO A RECEBER
Consultoria: Priscila Monteiro
Selecionadora do Prêmio Victor Civita Educador Nota 10. .
Consultoria:
Equipe pedagógica da área de Matemática em EJA do Colégio Imaculada Conceição, em Belo Horizonte.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
EJA (Educação de Jovens e Adultos) - A função do EJA
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A educação de jovens e adultos, visando a transformação necessária, com o objetivo de cumprir de maneira satisfatória sua função de preparar jovens e adultos para o exercício da cidadania e para o mundo do trabalho, necessita de mudanças significativas.
Essas mudanças foram norteadas pelos valores apresentados na Conferência Internacional de Hamburgo, na Lei 9394/96, no Parecer CEB 11/00, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos e na Deliberação 08/00 CEB.
Sendo assim, e de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para a concretização de uma prática administrativa e pedagógica verdadeiramente voltada para o cidadão, é necessário que o processo de ensino-aprendizagem, na Educação de Jovens e Adultos seja coerente com:
a) os Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum;
b) os Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do exercício da Criticidade e do respeito à Ordem Democrática;
c) os Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, e da diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais;
E ainda, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais:
I - A Estética da Sensibilidade, que deverá substituir a da repetição e padronização, estimulando a criatividade, o espírito inventivo, a curiosidade pelo inusitado, e a afetividade, bem como facilitar a constituição de identidades capazes de suportar a inquietação, conviver com o incerto e o imprevisível, acolher e conviver com a diversidade, valorizar a qualidade, a delicadeza, a sutileza, as formas lúdicas e alegóricas de conhecer o mundo e fazer do lazer, da sexualidade e da imaginação um exercício de liberdade responsável.
II - A Política da Igualdade, tendo como ponto de partida o reconhecimento dos direitos humanos e dos deveres e direitos da cidadania, visando a constituição de identidades que busquem e pratiquem a igualdade no acesso aos bens sociais e culturais, o respeito ao bem comum, o protagonismo e a responsabilidade no âmbito público e privado, o combate a todas as formas discriminatórias e o respeito aos princípios do estado de Direito na forma do sistema federativo e do regime democrático e republicano;
III - A Ética da Identidade, buscando superar dicotomias entre o mundo da moral e o mundo da matéria, o público e o privado, para constituir identidades sensíveis e igualitárias no testemunho de valores de seu tempo, praticando um humanismo contemporâneo, pelo reconhecimento, respeito e responsabilidade e da reciprocidade como orientadoras de seus atos na vida profissional, social, civil e pessoal.
Por isso, a presente proposta e o currículo dela constante incluirá o desenvolvimento de competências básicas, conteúdos e formas de tratamento dos conteúdos que busquem chegar às finalidades da educação de jovens e adultos, a saber:
I - Desenvolvimento da capacidade de aprender e continuar aprendendo, da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
II - Constituição de significados socialmente construídos e reconhecidos como verdadeiro sobre o mundo físico e natural, sobre a realidade social e política;
III - Domínio de competências e habilidades necessários ao exercício da cidadania e do trabalho;
IV - Desenvolvimento da capacidade de relacionar a teoria à prática e o desenvolvimento da flexibilidade para novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
V - Uso das várias linguagens como instrumentos de comunicação e como processos de constituição de conhecimento e de exercício da cidadania. (Parâmetros Curriculares Nacionais)
Fundamentado no princípio pedagógico da interdisciplinaridade, tem-se presente que a mesma pressupõe que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos e que o aluno deverá ter desenvolvida sua capacidade de perceber essa relação entre os vários conhecimentos, entendendo as disciplinas como partes das áreas de conhecimentos que carregam sempre um certo grau de arbitrariedade e não esgotam isoladamente a realidade dos fatos físicos e sociais, sendo necessário buscar uma compreensão mais ampla da realidade.
E, na observância da contextualização a escola terá presente que:
I - Na situação de ensino e aprendizagem, o conhecimento é transposto da situação em que foi criado, inventado ou produzido, e por causa desta transposição didática deve ser relacionado com a prática ou a experiência do aluno a fim de adquirir significado;
II - A relação entre teoria e prática requer a concretização dos conteúdos curriculares em situações mais próximas e familiares do aluno, nas quais se incluem as do trabalho e do exercício da cidadania;
III - A aplicação de conhecimentos constituídos na escola às situações da vida cotidiana e da experiência espontânea permite seu entendimento, crítica e revisão. (Parâmetros Curriculares Nacionais)
Diante do mundo globalizado, que apresenta múltiplos desafios para o homem, a educação surge como uma utopia necessária indispensável à humanidade na construção da paz, da liberdade e da justiça social.
Deve ser encarada, conforme o Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI, da UNESCO, entre outros caminhos e para além deles, como uma via que conduz a um desenvolvimento mais harmonioso, mais autêntico, de modo a fazer recuar a pobreza, a exclusão social, as incompreensões, as opressões e as guerras.
A nova concepção deve fazer com que todos possam descobrir, reanimar e fortalecer seu potencial criativo. Isto supõe que se ultrapasse a visão puramente instrumental da educação, considerada como a via obrigatória para obter certos resultados (saber-fazer, aquisição de capacidades diversas, fins de ordem econômica) e se passe a considerá-la em toda sua plenitude: como realização da pessoa que, na sua totalidade, aprende a ser.
Nessa perspectiva, a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais: aprender a conhecer adquirindo instrumentos de compreensão; aprender a fazer para agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, para participar e cooperar com os outros em todas a atividades humanas; aprender a ser para melhor desenvolver a sua personalidade. (Jacques Delors)
Desta forma, a educação de jovens e adultos deve ser pensada como um modelo pedagógico próprio, com o objetivo de criar situações de ensino-aprendizagem adequadas as necessidades educacionais de jovens e adultos, englobando as três funções: a reparadora, a equalizadora e a permanente, citadas no Parecer 11/00 da CEB/CNE.
Segundo o Parecer, a função reparadora significa a entrada no circuito dos direitos civis pela restauração de um direito negado: o direito a uma escola de qualidade e o reconhecimento de igualdade de todo e qualquer ser humano.
A função equalizadora dará cobertura a trabalhadores e a tantos outros segmentos da sociedade possibilitando–lhes a reentrada no sistema educacional.
Finalmente, a educação de jovens e adultos deve ser vista como uma promessa de qualificação de vida para todos, propiciando a atualização de conhecimentos por toda a vida. Isto é a função permanente da educação de jovens e adulto.
Fonte: www.catedraconcurso.com.br
A educação de jovens e adultos, visando a transformação necessária, com o objetivo de cumprir de maneira satisfatória sua função de preparar jovens e adultos para o exercício da cidadania e para o mundo do trabalho, necessita de mudanças significativas.
Essas mudanças foram norteadas pelos valores apresentados na Conferência Internacional de Hamburgo, na Lei 9394/96, no Parecer CEB 11/00, que estabelece as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação de Jovens e Adultos e na Deliberação 08/00 CEB.
Sendo assim, e de acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais para a concretização de uma prática administrativa e pedagógica verdadeiramente voltada para o cidadão, é necessário que o processo de ensino-aprendizagem, na Educação de Jovens e Adultos seja coerente com:
a) os Princípios Éticos da Autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum;
b) os Princípios Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do exercício da Criticidade e do respeito à Ordem Democrática;
c) os Princípios Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, e da diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais;
E ainda, conforme as Diretrizes Curriculares Nacionais:
I - A Estética da Sensibilidade, que deverá substituir a da repetição e padronização, estimulando a criatividade, o espírito inventivo, a curiosidade pelo inusitado, e a afetividade, bem como facilitar a constituição de identidades capazes de suportar a inquietação, conviver com o incerto e o imprevisível, acolher e conviver com a diversidade, valorizar a qualidade, a delicadeza, a sutileza, as formas lúdicas e alegóricas de conhecer o mundo e fazer do lazer, da sexualidade e da imaginação um exercício de liberdade responsável.
II - A Política da Igualdade, tendo como ponto de partida o reconhecimento dos direitos humanos e dos deveres e direitos da cidadania, visando a constituição de identidades que busquem e pratiquem a igualdade no acesso aos bens sociais e culturais, o respeito ao bem comum, o protagonismo e a responsabilidade no âmbito público e privado, o combate a todas as formas discriminatórias e o respeito aos princípios do estado de Direito na forma do sistema federativo e do regime democrático e republicano;
III - A Ética da Identidade, buscando superar dicotomias entre o mundo da moral e o mundo da matéria, o público e o privado, para constituir identidades sensíveis e igualitárias no testemunho de valores de seu tempo, praticando um humanismo contemporâneo, pelo reconhecimento, respeito e responsabilidade e da reciprocidade como orientadoras de seus atos na vida profissional, social, civil e pessoal.
Por isso, a presente proposta e o currículo dela constante incluirá o desenvolvimento de competências básicas, conteúdos e formas de tratamento dos conteúdos que busquem chegar às finalidades da educação de jovens e adultos, a saber:
I - Desenvolvimento da capacidade de aprender e continuar aprendendo, da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
II - Constituição de significados socialmente construídos e reconhecidos como verdadeiro sobre o mundo físico e natural, sobre a realidade social e política;
III - Domínio de competências e habilidades necessários ao exercício da cidadania e do trabalho;
IV - Desenvolvimento da capacidade de relacionar a teoria à prática e o desenvolvimento da flexibilidade para novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
V - Uso das várias linguagens como instrumentos de comunicação e como processos de constituição de conhecimento e de exercício da cidadania. (Parâmetros Curriculares Nacionais)
Fundamentado no princípio pedagógico da interdisciplinaridade, tem-se presente que a mesma pressupõe que todo conhecimento mantém um diálogo permanente com outros conhecimentos e que o aluno deverá ter desenvolvida sua capacidade de perceber essa relação entre os vários conhecimentos, entendendo as disciplinas como partes das áreas de conhecimentos que carregam sempre um certo grau de arbitrariedade e não esgotam isoladamente a realidade dos fatos físicos e sociais, sendo necessário buscar uma compreensão mais ampla da realidade.
E, na observância da contextualização a escola terá presente que:
I - Na situação de ensino e aprendizagem, o conhecimento é transposto da situação em que foi criado, inventado ou produzido, e por causa desta transposição didática deve ser relacionado com a prática ou a experiência do aluno a fim de adquirir significado;
II - A relação entre teoria e prática requer a concretização dos conteúdos curriculares em situações mais próximas e familiares do aluno, nas quais se incluem as do trabalho e do exercício da cidadania;
III - A aplicação de conhecimentos constituídos na escola às situações da vida cotidiana e da experiência espontânea permite seu entendimento, crítica e revisão. (Parâmetros Curriculares Nacionais)
Diante do mundo globalizado, que apresenta múltiplos desafios para o homem, a educação surge como uma utopia necessária indispensável à humanidade na construção da paz, da liberdade e da justiça social.
Deve ser encarada, conforme o Relatório da Comissão Internacional sobre a Educação para o Século XXI, da UNESCO, entre outros caminhos e para além deles, como uma via que conduz a um desenvolvimento mais harmonioso, mais autêntico, de modo a fazer recuar a pobreza, a exclusão social, as incompreensões, as opressões e as guerras.
A nova concepção deve fazer com que todos possam descobrir, reanimar e fortalecer seu potencial criativo. Isto supõe que se ultrapasse a visão puramente instrumental da educação, considerada como a via obrigatória para obter certos resultados (saber-fazer, aquisição de capacidades diversas, fins de ordem econômica) e se passe a considerá-la em toda sua plenitude: como realização da pessoa que, na sua totalidade, aprende a ser.
Nessa perspectiva, a educação deve organizar-se em torno de quatro aprendizagens fundamentais: aprender a conhecer adquirindo instrumentos de compreensão; aprender a fazer para agir sobre o meio envolvente; aprender a viver juntos, para participar e cooperar com os outros em todas a atividades humanas; aprender a ser para melhor desenvolver a sua personalidade. (Jacques Delors)
Desta forma, a educação de jovens e adultos deve ser pensada como um modelo pedagógico próprio, com o objetivo de criar situações de ensino-aprendizagem adequadas as necessidades educacionais de jovens e adultos, englobando as três funções: a reparadora, a equalizadora e a permanente, citadas no Parecer 11/00 da CEB/CNE.
Segundo o Parecer, a função reparadora significa a entrada no circuito dos direitos civis pela restauração de um direito negado: o direito a uma escola de qualidade e o reconhecimento de igualdade de todo e qualquer ser humano.
A função equalizadora dará cobertura a trabalhadores e a tantos outros segmentos da sociedade possibilitando–lhes a reentrada no sistema educacional.
Finalmente, a educação de jovens e adultos deve ser vista como uma promessa de qualificação de vida para todos, propiciando a atualização de conhecimentos por toda a vida. Isto é a função permanente da educação de jovens e adulto.
Fonte: www.catedraconcurso.com.br
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Uma ótima aula para iniciar o ano com o EJA
Usando estratégias de leitura durante a alfabetização.Fechar visualização Informações da Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Realizar antecipações e interpretações durante a leitura; ajustar o texto falado ao texto escrito durante a leitura; desenvolver a atitude de colaboração.
Duração das atividades
3 aulas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Faça um levantamento se os alunos conhecem a música Aquarela, de Toquinho.
Data de publicação
30/10/2008
Estrutura Curricular
Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização | Processos de leitura
Autor
Nome
Eliane Candida Pereira
Instituição
Universidade de São Paulo
UF
São Paulo
Co-Autor
Estratégias e recursos da aula
Para iniciar o trabalho pergunte aos alunos se sabem o que é uma aquarela e suas características; depois se conhecem a música Aquarela, de Toquinho. Levante hipóteses sobre o porquê o autor deu esse nome à canção. Em seguida, faz-se a apresentação do vídeo disponível no Portal do Professor:
Aquarela
Após exibição do vídeo, distribua cópias da música e estimule que cantem para que aprendam a letra. Garanta que saibam cantar ao menos alguns trechos da música de cor.
Em seguida peça que acompanhem a leitura ouvindo a canção. Brinque de pausar o vídeo em alguns trechos para indicarem em que palavra pararam, verificando se estão conseguindo fazer o ajuste entre o texto falado e o escrito.
Proponha que façam novas ilustrações para a música, para que juntos produzam um novo "vídeo-clipe". Para isso, forme duplas e distribua trechos da música para que descubram o que está escrito. Peça, então, que em duplas, façam a ilustração do trecho que receberam. Deverão combinar o que querem ilustrar e os papéis de cada um nessa ilustração.
Usando um scaner é possível digitalizar as ilustrações das duplas. Junto com os alunos, coloque as imagens na ordem em que devem aparecer de acordo com a canção e nomeie os arquivos de acordo com essa ordem. Insira as imagens produzidas pelos alunos e a música em uma ferramenta de apresentação digital, como o Power Point, por exemplo, para que a turma possa apreciar o novo “video-clipe” produzido pelo grupo.
Recursos complementares
Avaliação
Observe se os alunos que ainda não lêem convencionalmente utilizam estratégias de leitura para localizar o trecho da música; questione "como sabem que está escrito", provocando-os a argumentar o que já sabem sobre o sistema de escrita .
Atividades Retiradas do "Portal do Professor"
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Realizar antecipações e interpretações durante a leitura; ajustar o texto falado ao texto escrito durante a leitura; desenvolver a atitude de colaboração.
Duração das atividades
3 aulas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Faça um levantamento se os alunos conhecem a música Aquarela, de Toquinho.
Data de publicação
30/10/2008
Estrutura Curricular
Ensino Fundamental Inicial | Alfabetização | Processos de leitura
Autor
Nome
Eliane Candida Pereira
Instituição
Universidade de São Paulo
UF
São Paulo
Co-Autor
Estratégias e recursos da aula
Para iniciar o trabalho pergunte aos alunos se sabem o que é uma aquarela e suas características; depois se conhecem a música Aquarela, de Toquinho. Levante hipóteses sobre o porquê o autor deu esse nome à canção. Em seguida, faz-se a apresentação do vídeo disponível no Portal do Professor:
Aquarela
Após exibição do vídeo, distribua cópias da música e estimule que cantem para que aprendam a letra. Garanta que saibam cantar ao menos alguns trechos da música de cor.
Em seguida peça que acompanhem a leitura ouvindo a canção. Brinque de pausar o vídeo em alguns trechos para indicarem em que palavra pararam, verificando se estão conseguindo fazer o ajuste entre o texto falado e o escrito.
Proponha que façam novas ilustrações para a música, para que juntos produzam um novo "vídeo-clipe". Para isso, forme duplas e distribua trechos da música para que descubram o que está escrito. Peça, então, que em duplas, façam a ilustração do trecho que receberam. Deverão combinar o que querem ilustrar e os papéis de cada um nessa ilustração.
Usando um scaner é possível digitalizar as ilustrações das duplas. Junto com os alunos, coloque as imagens na ordem em que devem aparecer de acordo com a canção e nomeie os arquivos de acordo com essa ordem. Insira as imagens produzidas pelos alunos e a música em uma ferramenta de apresentação digital, como o Power Point, por exemplo, para que a turma possa apreciar o novo “video-clipe” produzido pelo grupo.
Recursos complementares
Avaliação
Observe se os alunos que ainda não lêem convencionalmente utilizam estratégias de leitura para localizar o trecho da música; questione "como sabem que está escrito", provocando-os a argumentar o que já sabem sobre o sistema de escrita .
Atividades Retiradas do "Portal do Professor"
domingo, 5 de abril de 2009
COMO COMEÇAR
Para atender bem a turma
Identifique quem são e o que fazem seus alunos antes de começar o trabalho pedagógico.
Disponha mesas e cadeiras de forma a facilitar o diálogo.
Identifique a sala como local onde estudam jovens e adultos, colocando o nome na porta ou trabalhos expostos nas paredes.
Contextualize novas informações e estabeleça relações com o cotidiano.
Valorize as habilidades dos estudantes, sua profissão e produções.
Elogie a capacidade de pensar e construir idéias, principalmente quando alguém demonstrar que se sente incapaz ou inseguro.
Mantenha a turma atenta usando o diálogo e debates, voz firme e em volume adequado e, ao escrever no quadro-negro, use letras grandes.
Conte a história das descobertas matemáticas e científicas, relacione a atividade proposta com sua aplicação no cotidiano e proponha leitura de temas pertinentes.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0167/aberto/mt_247756.shtml
Links interessantes:
Blog do EJA Centro Matutino Florianópolis
http://ejamcentrofloripa.blogspot.com/
Blog da Educação de Joven e Adultos do Município de Fpolis
http://www.nucleosejafloripa.blogspot.com/
Educação Continuada - Prefeitura Municipal de Florianópolis
http://www.pmf.sc.gov.br/educa/ed_continuada.htm
Educação de Jovens e Adultos - MEC
http://portal.mec.gov.br/secad/index.php?option=content&task=view&id=116&Itemid=248
Proposta Curricular de Geografia - IIº Segmento - MEC
http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/eja/propostacurricular/segundosegmento/vol2_geografia.pdf
Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) http://encceja.inep.gov.br/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1
CEE - Conselho Estadual de Educação
Legislação > Educação Básica > Educação de Jovens e Adultos
http://www.cee.sc.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=59&Itemid=70
Fóruns EJAs Brasil
http://www.forumeja.org.br/enejas/
Legislação
http://portal.mec.gov.br/secad/index.php?option=content&task=view&id=123
Diretrizes do EJA
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/PCB11_2000.pdf
Identifique quem são e o que fazem seus alunos antes de começar o trabalho pedagógico.
Disponha mesas e cadeiras de forma a facilitar o diálogo.
Identifique a sala como local onde estudam jovens e adultos, colocando o nome na porta ou trabalhos expostos nas paredes.
Contextualize novas informações e estabeleça relações com o cotidiano.
Valorize as habilidades dos estudantes, sua profissão e produções.
Elogie a capacidade de pensar e construir idéias, principalmente quando alguém demonstrar que se sente incapaz ou inseguro.
Mantenha a turma atenta usando o diálogo e debates, voz firme e em volume adequado e, ao escrever no quadro-negro, use letras grandes.
Conte a história das descobertas matemáticas e científicas, relacione a atividade proposta com sua aplicação no cotidiano e proponha leitura de temas pertinentes.
Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0167/aberto/mt_247756.shtml
Links interessantes:
Blog do EJA Centro Matutino Florianópolis
http://ejamcentrofloripa.blogspot.com/
Blog da Educação de Joven e Adultos do Município de Fpolis
http://www.nucleosejafloripa.blogspot.com/
Educação Continuada - Prefeitura Municipal de Florianópolis
http://www.pmf.sc.gov.br/educa/ed_continuada.htm
Educação de Jovens e Adultos - MEC
http://portal.mec.gov.br/secad/index.php?option=content&task=view&id=116&Itemid=248
Proposta Curricular de Geografia - IIº Segmento - MEC
http://portal.mec.gov.br/secad/arquivos/pdf/eja/propostacurricular/segundosegmento/vol2_geografia.pdf
Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) http://encceja.inep.gov.br/index.php?option=com_frontpage&Itemid=1
CEE - Conselho Estadual de Educação
Legislação > Educação Básica > Educação de Jovens e Adultos
http://www.cee.sc.gov.br/index.php?option=com_content&task=view&id=59&Itemid=70
Fóruns EJAs Brasil
http://www.forumeja.org.br/enejas/
Legislação
http://portal.mec.gov.br/secad/index.php?option=content&task=view&id=123
Diretrizes do EJA
http://portal.mec.gov.br/cne/arquivos/pdf/PCB11_2000.pdf
1º DIA DE AULA PARA O EJA
Não trate alunos de EJA como crianças
Editado por Beatriz Vichessi (novaescola@atleitor.com.br)
Pessoas com mais de 15 anos - mesmo na condição de alunos - não são crianças crescidas. Da mesma forma que, no trabalho, um senhor de 50 anos não ouve do chefe "Vamos fazer um relatório bem bonitinho", ele não deve vivenciar situações como essa na escola. O trato infantilizado é um dos motivos da evasão nas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e nasce com a ideia equivocada de que se deve dar ao estudante, jovem ou adulto, o que ele não teve quando criança. Por causa disso, é preciso também mudar a abordagem e, muitas vezes, o conteúdo. Trabalhar com material didático infantil sem levar em conta as expectativas de aprendizagem e os conhecimentos prévios é um equívoco com a mesma raiz. A EJA tem de ser encarada como um atendimento específico, que pede um currículo próprio. Só assim o grupo vai aprender e tomar consciência do que está fazendo. Se o educador quiser abordar a origem do ser humano, deve tratar o tema de forma adulta, com respeito à diversidade religiosa - sem se desviar das propostas curriculares - e aprofundar a discussão científica, mais do que faria numa turma de crianças. E, embora a necessidade de respeito à vivência prévia valha para todos os alunos, seja lá qual for a idade deles, no caso de jovens e adultos essa é mais uma premissa fundamental. Cantigas e parlendas - usadas na alfabetização dos pequenos - podem ser substituídas por poesias, mais apropriadas para os leitores mais velhos.
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Editado por Beatriz Vichessi (novaescola@atleitor.com.br)
Pessoas com mais de 15 anos - mesmo na condição de alunos - não são crianças crescidas. Da mesma forma que, no trabalho, um senhor de 50 anos não ouve do chefe "Vamos fazer um relatório bem bonitinho", ele não deve vivenciar situações como essa na escola. O trato infantilizado é um dos motivos da evasão nas turmas de Educação de Jovens e Adultos (EJA) e nasce com a ideia equivocada de que se deve dar ao estudante, jovem ou adulto, o que ele não teve quando criança. Por causa disso, é preciso também mudar a abordagem e, muitas vezes, o conteúdo. Trabalhar com material didático infantil sem levar em conta as expectativas de aprendizagem e os conhecimentos prévios é um equívoco com a mesma raiz. A EJA tem de ser encarada como um atendimento específico, que pede um currículo próprio. Só assim o grupo vai aprender e tomar consciência do que está fazendo. Se o educador quiser abordar a origem do ser humano, deve tratar o tema de forma adulta, com respeito à diversidade religiosa - sem se desviar das propostas curriculares - e aprofundar a discussão científica, mais do que faria numa turma de crianças. E, embora a necessidade de respeito à vivência prévia valha para todos os alunos, seja lá qual for a idade deles, no caso de jovens e adultos essa é mais uma premissa fundamental. Cantigas e parlendas - usadas na alfabetização dos pequenos - podem ser substituídas por poesias, mais apropriadas para os leitores mais velhos.
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O que um professor de EJA precisa saber?
Valorizar os conhecimentos do aluno, ouvir suas experiências e suposições e relacionar essa sabedoria aos conceitos teóricos.
Dialogar sempre, com linguagem e tratamento adequado ao público.
Perguntar o que os estudantes sabem sobre o conteúdo e a opinião deles a respeito dos temas antes de abordá-los cientificamente. Dessa forma, o educador mostra que eles sabem, mesmo sem se dar conta disso.
Compreender que educar jovens e adultos é um ato político e, para isso, ele deve saber estimular o exercício da cidadania.
http://revistaescola.abril.com.br/
Valorizar os conhecimentos do aluno, ouvir suas experiências e suposições e relacionar essa sabedoria aos conceitos teóricos.
Dialogar sempre, com linguagem e tratamento adequado ao público.
Perguntar o que os estudantes sabem sobre o conteúdo e a opinião deles a respeito dos temas antes de abordá-los cientificamente. Dessa forma, o educador mostra que eles sabem, mesmo sem se dar conta disso.
Compreender que educar jovens e adultos é um ato político e, para isso, ele deve saber estimular o exercício da cidadania.
http://revistaescola.abril.com.br/
quinta-feira, 2 de abril de 2009
PÁSCOA É VIDA
JESUS CRISTO É MEU AMIGO
NA PÁSCOA VEM VISITAR
ME ENCHE DE ALEGRIA
E O GIRASSOL BRLHA
PRA LHE SAUDAR
OS OVOS REPRESENTA A VIDA
O PÃO O SANGUE DE JESUS
O CORDEIRO É A ANTIGA LEI
E É NA BÍBLIA QUE SE ENCONTRA
A LUZ
O COELHO É NOSSO AMIGO
COM ELE VENHO ACENDER
POR ISSO A PÁSCOA É FESTA
A FECUNDIDADE E O RENASCER
autora: Ailce Costa
música: O cravo brigou com a rosa
NA PÁSCOA VEM VISITAR
ME ENCHE DE ALEGRIA
E O GIRASSOL BRLHA
PRA LHE SAUDAR
OS OVOS REPRESENTA A VIDA
O PÃO O SANGUE DE JESUS
O CORDEIRO É A ANTIGA LEI
E É NA BÍBLIA QUE SE ENCONTRA
A LUZ
O COELHO É NOSSO AMIGO
COM ELE VENHO ACENDER
POR ISSO A PÁSCOA É FESTA
A FECUNDIDADE E O RENASCER
autora: Ailce Costa
música: O cravo brigou com a rosa
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